Permaneço em mim, embora descontrolada.
Não há luz ou sinal, não há nada
Que me faça distinguir o que é ou não real,
Mas permaneço em mim.
Lembro dos dias de sol, dos dias de vida.
Não queríamos atalhos, nem saída.
Nenhum momento nos parecia banal,
Não parecia haver fim.
Mas é sempre triste o desfecho de tudo.
Uma sentença de adeus nos deixa mudos,
Sentimo-nos fraquejar, adoecer.
A tristeza confronta-se com a vida.
Permaneço em mim, mas ainda
Vejo os dias de sol a morrer.
huhumm...
ResponderExcluirPorque seu eu poético é tão triste? Acho que ele devia andar mais com o meu... hehe
Mas como sempre digo, o meu eu poético é seu fã!
Lindamente triste! Mais ainda assim lindo, May!!!
ResponderExcluirComo sempre, está de parabéns!!!